QUEM SOMOS


VISÃO

O Refúgio dos Adoradores não é uma denominação e sim um ministério profético que tem como visão principal, treinar e ativar os dons e as habilidades ministeriais na vida dos discípulos de Cristo. através de ministrações específicas que levarão cada discípulo a compreender três coisas:

POSIÇÃO - O Propósito de Deus é o de se manifestar através de seus filhos. Os verdadeiros adoradores são filhos (João 4.24).

CONDIÇÃO -Deus em seu propósito eterno sempre desejou que todo o seu povo fosse uma nação de sacerdotes (Êxodo 19.4-6). Nunca foi a intenção de Deus ter uma casta sacerdotal apenas. Ele deseja ue seus filhos reconheçam que também são participantes desta vocação.

ATMOSFERA OU AMBIENTE (REINO) - Deus por meio de Jesus restaurou e restabelceu o seu reino. Um rei para Reinar precisa de um reino. Por muitas vezes a Igreja tem manifestado apenas um reino ilustrativo, que não tem a autoridade de Cristo (Salmos 133.3).

Você foi chamado para SER (Filho, manifestando a Paternidade de Deus); Para TER (Um ministério, exercendo o sacerdócio) e para FAZER discípulos (Estabelecendo o reino de Deus).

MISSÃO

O MINISTÉRIO REFÚGIO DOS ADORADORES em parceria com as igrejas locais se propõe a ministrar no Brasil e no exterior, seminários de adoração e encontros proféticos.

COORDENAÇÃO: Pastor Edu Lopes

* Músico, compositor, ministro de louvor, palestrante e lider do ministério pastoral e profético da Comunidade Cristo Centro, na cidade de Arujá, São Paulo.

CONTATO / CONVITES:
E-mail:
edrefugiodosadoradores@yahoo.com.br
Telefones: (0**11)4653-1577 / 8602-1049


Reflexão:

OS BENEFÍCIOS DA CELEBRAÇÃO

A celebração ajuda-nos a descontrair-nos e a gozar as coisas boas da terra. A celebração pode ser um antídoto eficaz contra o senso periódico de tristeza que às vezes constringe e oprime o coração. François Fénelon, no capítulo intitulado "Auxílios da Tristeza", aconselhou aos que estão curvados sob o peso da vida a estimularem a si mesmos "com boa conversação, e até mesmo divertir-se". A celebração dá-nos perspectiva. Podemos rir de nós mesmos. Chegamos a ver que as causas que defendemos não são assim tão monumentais como gostaríamos de crer.
Na celebração, os nobres e os poderosos readquirem seu equilíbrio e os fracos e humildes recebem nova estatura. Quem pode ser nobre ou humilde nos festival de Deus? Juntos, os ricos e os pobres, os poderosos e os impotentes, todos celebram a glória e a maravilha de Deus. Não há nenhum nivelador de sistemas de casta como a festividade.



Fonte: Richard J. Foster, CELEBRAÇÃO DA DISCIPLINA (Editora Vida, 1983), p. 228.

sábado, 23 de junho de 2007

A DINÂMICA DO MINISTÉRIO DE LOUVOR NA IGREJA - Parte 1



Estamos vivendo um tempo de manifestação intensa do Espírito Santo na vida da Igreja, através do louvor e da adoração. A compreensão do que é culto a Deus foi ampliada, e aquele modelo baseado em rituais e tradições deu lugar a uma adoração mais espontânea, na qual o elemento carismático é evidente. Entretanto, temos observado que há uma crise de identidade em meio à igreja brasileira, na área do louvor e da adoração.
O termo “Adoração” tem sido usado por muitos, como mais um elemento da ambição do mercado fonográfico.
Em meio a tantos modismos, ficamos perplexos ao ver igrejas locais sem uma identidade, sem um perfil definido no ministério de louvor; seguindo as tendências de mercado, sem critérios.
O que fazer? Como identificar o que é verdadeiro? Como separar o precioso do vil? Como ter um ambiente de adoração equilibrado, sem perder a unção?
Muitos ministros de louvor tem sido engodados pelos modismos que sutilmente têm desviado a atenção de muitos da verdadeira adoração. A verdadeira adoração tem perdido espaço para o show, a pregação tem sido substituída por outras práticas, a congregação não passa de uma platéia motivada por um espetáculo, promovido por um ministro “popstar”.
Há um apelo mais à transpiração do que a inspiração nos dias atuais.
Esse é um momento oportuno para faremos uma reflexão séria sobre os nossos conceitos de louvor e adoração. Para isto, precisamos buscar nas escrituras qual é o padrão de Deus.
Em II Crônicas 5.1-14, encontramos algumas características da dinâmica do ministério de louvor no templo de Salomão, que podem ser praticadas nos dias de hoje:

AS DIFERENÇAS UNIDAS PRODUZEM FORÇA.

A primeira característica é a
UNIDADE.
Se observarmos todo o contexto, podemos ver que a palavra de ordem era
“unidade”.

“Quando saíram os sacerdotes do santuário (porque todos os sacerdotes, que estavam presentes, se santificaram, sem respeitarem os seus turnos)”.
“... e quando todos os levitas que eram cantores, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum e os filhos e irmãos deles, vestidos de linho fino, estavam de pé, para o oriente do altar, com címbalos, alaúdes e harpas, e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas”. (II Crônicas 5.11,12).

A unidade gera concordância na adoração.

“Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. ” (Romanos 15.5,6).

A adoração deve ser uma verdadeira sinfonia (grego: “symphoneo”), ou seja, deve haver concordância.
Um dos fatores de crescimento da igreja primitiva era
“todos os que criam estavam juntos” (Atos 2.44).

O que determina a qualidade de um ministério de música, não é apenas o entrosamento técnico de seus componentes, mas o nível de relacionamento de cada com Deus e entre eles.

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”.
(I Coríntios 1.10)

“Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, a uma, lhe exaltemos o nome” (Salmos 34.3).

A palavra que mais se destaca em II Crônicas 5.1-14 é “TODOS”.
Todos os sacerdotes de santificaram.
Todos se comprometeram.
Todos os levitas estavam trajados adequadamente.
Todos tocavam e cantavam.
Todos tinham uma mesma motivação e objetivo.

CUIDADO COM OS BICHOS DA GOIABA!


O espírito de competição é uma arma que o diabo usa para quebrar a unidade. Compromisso é o ato de dar absoluta prioridade a alguma coisa.

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