A DINÂMICA DO MINISTÉRIO DE LOUVOR NA IGREJA - Parte 4
Nos dias atuais temos visto uma verdadeira avalanche de práticas místicas nas igrejas evangélicas, trazendo desordem e confusão e até gerando um ambiente de idolatria e paganismo.
Características de uma falsa adoração:
- Fazer o que é certo de maneira errada (Isaías 29.13).
- Fazer da adoração apenas um entretenimento (Ezequiel 33.31,32).
- Auto-promoção ao invés de serviço (Amós 5.21-23; 6.1-14).
- Quando Cristo não é o centro do culto, o homem ocupa esse lugar (Apocalipse 3.14-22).
Qual era a motivação dos sacerdotes e levitas?
A principal motivação deles era a bondade e a misericórdia de Deus. “E quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram para se fazerem ouvir, para louvarem o SENHOR e render-lhe graças; e quando levantaram eles a voz com trombetas, címbalos e outros instrumentos músicos para louvarem o SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a casa, a saber, a Casa do SENHOR, se encheu de uma nuvem”. (II Crônicas 5.13).
A expressão “Misericórdia” descreve o âmago da natureza de Deus. Quando a nossa motivação na adoração é a Pessoa de Deus, e não somente os seus feitos, experimentamos um clima de júbilo. “Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegra no meu Deus; porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto de justiça, como noivo que se adorna de turbante, como noiva que se enfeita com as suas jóias” (Isaías 61.10).
O Salmo 98 apresenta um estilo de louvor com dois ingredientes básicos:
- Gratidão (1 – 4).
- Criatividade (5 – 9).
Outras referências sobre a celebração (Deuteronômio 16.11; Salmos 5.11; 32.11; 42.4; 89.15; 118.15).
"A música compõe os ânimos descompostos e alivia os trabalhos que nascem do espírito" (Cervantes).




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