QUEM SOMOS


VISÃO

O Refúgio dos Adoradores não é uma denominação e sim um ministério profético que tem como visão principal, treinar e ativar os dons e as habilidades ministeriais na vida dos discípulos de Cristo. através de ministrações específicas que levarão cada discípulo a compreender três coisas:

POSIÇÃO - O Propósito de Deus é o de se manifestar através de seus filhos. Os verdadeiros adoradores são filhos (João 4.24).

CONDIÇÃO -Deus em seu propósito eterno sempre desejou que todo o seu povo fosse uma nação de sacerdotes (Êxodo 19.4-6). Nunca foi a intenção de Deus ter uma casta sacerdotal apenas. Ele deseja ue seus filhos reconheçam que também são participantes desta vocação.

ATMOSFERA OU AMBIENTE (REINO) - Deus por meio de Jesus restaurou e restabelceu o seu reino. Um rei para Reinar precisa de um reino. Por muitas vezes a Igreja tem manifestado apenas um reino ilustrativo, que não tem a autoridade de Cristo (Salmos 133.3).

Você foi chamado para SER (Filho, manifestando a Paternidade de Deus); Para TER (Um ministério, exercendo o sacerdócio) e para FAZER discípulos (Estabelecendo o reino de Deus).

MISSÃO

O MINISTÉRIO REFÚGIO DOS ADORADORES em parceria com as igrejas locais se propõe a ministrar no Brasil e no exterior, seminários de adoração e encontros proféticos.

COORDENAÇÃO: Pastor Edu Lopes

* Músico, compositor, ministro de louvor, palestrante e lider do ministério pastoral e profético da Comunidade Cristo Centro, na cidade de Arujá, São Paulo.

CONTATO / CONVITES:
E-mail:
edrefugiodosadoradores@yahoo.com.br
Telefones: (0**11)4653-1577 / 8602-1049


Reflexão:

OS BENEFÍCIOS DA CELEBRAÇÃO

A celebração ajuda-nos a descontrair-nos e a gozar as coisas boas da terra. A celebração pode ser um antídoto eficaz contra o senso periódico de tristeza que às vezes constringe e oprime o coração. François Fénelon, no capítulo intitulado "Auxílios da Tristeza", aconselhou aos que estão curvados sob o peso da vida a estimularem a si mesmos "com boa conversação, e até mesmo divertir-se". A celebração dá-nos perspectiva. Podemos rir de nós mesmos. Chegamos a ver que as causas que defendemos não são assim tão monumentais como gostaríamos de crer.
Na celebração, os nobres e os poderosos readquirem seu equilíbrio e os fracos e humildes recebem nova estatura. Quem pode ser nobre ou humilde nos festival de Deus? Juntos, os ricos e os pobres, os poderosos e os impotentes, todos celebram a glória e a maravilha de Deus. Não há nenhum nivelador de sistemas de casta como a festividade.



Fonte: Richard J. Foster, CELEBRAÇÃO DA DISCIPLINA (Editora Vida, 1983), p. 228.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Para quem gosta de refletir: "MÁSCARAS"


Máscaras...
Quem tem coragem de deixá-las cair?
Que atire a primeira pedra,
Aquele que tem a ousadia de admitir,
Que nunca usou um disfarce
Para poder o rosto cobrir.

Máscaras... São tantas neste mundo,
Que para descrevê-las uma a uma,
Seria necessário uma vida vida inteira,
A fim de desvendar um coração profundo.

Não falo apenas da máscara de proteção,
Como a do médico ou a do dentista,
Do soldador e do esgrimista,
Que se resguardam em ação.

Existem também as máscaras que disfarçam,
Que escondem o que somos de fato.
E todos, estão encobertos de falsas aparências,
Não importando o que o digam e façam.

Alguns usam a máscara da religião,
E em nome de Deus, fazem o que Deus não quer.
Violentando a esperança do coração,
Seja ela de uma criança, de um homem ou de uma mulher.

Há ainda a máscara da hipocrisia,
Que faz com que o disfarce seja o fingimento.
E escondido dentro dessa aparente fantasia,
Há alguém tentando ser alguém, nem que seja por um momento.

Como o palhaço que pinta o rosto para divertir,
Mesmo que o coração esteja triste e amargurado.
Ao entrar no picadeiro, ele faz o publico rir
E eles nem conseguem perceber seu coração frustrado.

Não é fácil ter que ser outro e esconder a infelicidade,
Mentindo pra si mesmo, dizendo que tudo está perfeito,
Ocultando o cruel sentimento de inferioridade,
Que só é despido as vezes à noite no próprio leito.

Máscaras...
Quem tem coragem de deixá-las cair?
Que atire a primeira pedra!
Aquele quem tem a ousadia de admitir,
Que nunca usou um disfarce
Para poder o rosto cobrir.

Autor: Duda Lopes


segunda-feira, 25 de junho de 2007

A DINÂMICA DO MINISTÉRIO DE LOUVOR NA IGREJA - Parte 2



II - PRECISAMOS SER MINISTROS DO SOM DO CÉU.


A segunda característica é a IDENTIDADE MUSICAL.
Precisamos estar em sintonia com a freqüência do som do céu (Atos 2.1,2). A música de Deus precisa ser a nossa música (Êxodo 19.16; Apocalipse 4.5). Não é a nota musical, ritmo ou estilo que determina se uma música é sacra ou profana. É a nossa intimidade com Deus que vai determinar o tom espiritual da adoração.


É preciso ter unção, mas também um SOM!


A.W. Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
Lutero disse:
“A música é a arte dos profetas, é a única arte além da teologia, que tem poder de acalmar as agitações da alma e afugentar o demônio”.
Existem muitas pessoas talentosas na igreja, mas algumas delas não são instruídas no canto do Senhor (I Crônicas 25.7).


Aptidão musical + Aptidão ministerial = MINISTÉRIO EFICAZ.
É necessário um constante aprimoramento.


“O número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto do SENHOR, todos eles mestres, era de duzentos e oitenta e oito” (I Crônicas 25.5).
Não basta gostar ou saber de música, é necessário vivê-la, buscando ter uma relação de seriedade com a função
."Entoai-lhe novo cântico, tangei com arte e com júbilo” (Salmos 33.3).
É preciso capacitação integral para o ministério de música. “Quenanias, chefe dos levitas músicos, tinha o encargo de dirigir o canto, porque era perito nisso” (I Crônicas 15.22).


Através da música tocamos o ser humano integralmente:




  • MELODIA - ALMA


  • HARMONIA - ESPÍRITO


  • RITMO - CORPO

“Há, sem dúvida, muitos tipos de vozes no mundo; nenhum deles, contudo, sem sentido” (I Coríntios 14.10).


A origem do som do céu é Deus. Aristóteles já dizia: “A música é a mais moral de todas as artes”. Entretanto, ela pode ser a mais perigosa. Quando o ministro de louvor não está conectado em Deus, sua música pode ser uma influência negativa para quem a ouve.


Para ser um ministro do som do céu é preciso ter intimidade com o altar. “Filhos meus, não sejais negligentes, pois o SENHOR vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” (II Crônicas 29.11).


Bach, quando indagado sobre a sua forma tão divina de tocar, respondeu: “Eu toco as notas como elas estão escritas. É Deus quem faz a música”.
A música leva o homem a entrar em contato com uma dimensão mais elevada. Ela toca as nossas emoções e vai para o nosso espírito. As vibrações se comunicam com o nosso sistema nervoso, provocando reações em nossos órgãos.

sábado, 23 de junho de 2007

Uma pitada de homor: O RANKING DAS MENTIRAS MAIS CONTADAS

1) BÊBADO:- Sei perfeitamente o que estou dizendo.

2) AMBULANTE: - Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.

3) ANFITRIÃO: - Já vai? Ainda é cedo!

4) ANIVERSARIANTE: - Presente? Sua presença é mais importante...

5) ADVOGADO: - Esse processo é rápido.

6) CASAL SEM FILHOS: - Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.

7) CORRETOR DE IMÓVEIS: - Em seis meses colocarão água, luz e telefone.

8)DELEGADO: - Tomaremos providências.

9) DENTISTA: - Não vai doer nada.

10) DESILUDIDA: - Não quero mais saber de homem.

11) DEVEDOR: - Amanhã, sem falta!

12) ENCANADOR: - É muita pressão que vem da rua..

13) FILHA DE 17 ANOS: - Dormi na casa de uma colega...

14) FILHO DE 18 ANOS: - Antes das 11 estarei de volta.

15) GERENTE DE BANCO: - Trabalhamos com as taxas mais baixas do mercado.

16) INIMIGO DO MORTO: - Era um bom sujeito.

17) JOGADOR DE FUTEBOL: - Vamos continuar trabalhando forte.

18) LADRÃO: - Isso aqui foi um homem que me deu.

19) MECÂNICO: - É o carburador.

20) MUAMBEIRO: - Tem garantia de fábrica.

21) NAMORADA: - Prá dizer a verdade, nem beijar eu sei...

22) NAMORADO: - Você foi a única mulher que eu realmente amei...

23) NOIVO: - Casaremos o mais breve possível!

24) ORADOR: - Apenas duas palavras...

25) POBRE: - Se eu fosse milionário espalhava dinheiro prá todo mundo..

26) RECÉM-CASADO: - Até que a morte nos separe.

27) SAPATEIRO: - Depois alarga no pé...

28) SOGRA: - Em briga de marido e mulher eu não me meto.

29) VAGABUNDO: - Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.

30) VICIADO: - Essa vai ser a última.

31) VICIADO PEGO NO FLAGRA: - Estava só segurando prá um amigo...

32) A AMANTE: - Você é o segundo homem que 'conheço'....





A DINÂMICA DO MINISTÉRIO DE LOUVOR NA IGREJA - Parte 1



Estamos vivendo um tempo de manifestação intensa do Espírito Santo na vida da Igreja, através do louvor e da adoração. A compreensão do que é culto a Deus foi ampliada, e aquele modelo baseado em rituais e tradições deu lugar a uma adoração mais espontânea, na qual o elemento carismático é evidente. Entretanto, temos observado que há uma crise de identidade em meio à igreja brasileira, na área do louvor e da adoração.
O termo “Adoração” tem sido usado por muitos, como mais um elemento da ambição do mercado fonográfico.
Em meio a tantos modismos, ficamos perplexos ao ver igrejas locais sem uma identidade, sem um perfil definido no ministério de louvor; seguindo as tendências de mercado, sem critérios.
O que fazer? Como identificar o que é verdadeiro? Como separar o precioso do vil? Como ter um ambiente de adoração equilibrado, sem perder a unção?
Muitos ministros de louvor tem sido engodados pelos modismos que sutilmente têm desviado a atenção de muitos da verdadeira adoração. A verdadeira adoração tem perdido espaço para o show, a pregação tem sido substituída por outras práticas, a congregação não passa de uma platéia motivada por um espetáculo, promovido por um ministro “popstar”.
Há um apelo mais à transpiração do que a inspiração nos dias atuais.
Esse é um momento oportuno para faremos uma reflexão séria sobre os nossos conceitos de louvor e adoração. Para isto, precisamos buscar nas escrituras qual é o padrão de Deus.
Em II Crônicas 5.1-14, encontramos algumas características da dinâmica do ministério de louvor no templo de Salomão, que podem ser praticadas nos dias de hoje:

AS DIFERENÇAS UNIDAS PRODUZEM FORÇA.

A primeira característica é a
UNIDADE.
Se observarmos todo o contexto, podemos ver que a palavra de ordem era
“unidade”.

“Quando saíram os sacerdotes do santuário (porque todos os sacerdotes, que estavam presentes, se santificaram, sem respeitarem os seus turnos)”.
“... e quando todos os levitas que eram cantores, isto é, Asafe, Hemã, Jedutum e os filhos e irmãos deles, vestidos de linho fino, estavam de pé, para o oriente do altar, com címbalos, alaúdes e harpas, e com eles até cento e vinte sacerdotes, que tocavam as trombetas”. (II Crônicas 5.11,12).

A unidade gera concordância na adoração.

“Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. ” (Romanos 15.5,6).

A adoração deve ser uma verdadeira sinfonia (grego: “symphoneo”), ou seja, deve haver concordância.
Um dos fatores de crescimento da igreja primitiva era
“todos os que criam estavam juntos” (Atos 2.44).

O que determina a qualidade de um ministério de música, não é apenas o entrosamento técnico de seus componentes, mas o nível de relacionamento de cada com Deus e entre eles.

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”.
(I Coríntios 1.10)

“Engrandecei o SENHOR comigo, e todos, a uma, lhe exaltemos o nome” (Salmos 34.3).

A palavra que mais se destaca em II Crônicas 5.1-14 é “TODOS”.
Todos os sacerdotes de santificaram.
Todos se comprometeram.
Todos os levitas estavam trajados adequadamente.
Todos tocavam e cantavam.
Todos tinham uma mesma motivação e objetivo.

CUIDADO COM OS BICHOS DA GOIABA!


O espírito de competição é uma arma que o diabo usa para quebrar a unidade. Compromisso é o ato de dar absoluta prioridade a alguma coisa.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

1º Eu Vou... Conferência Missionária em Sorocaba. Um evento... uma visão... um sonho de Deus!


Nos dias 16 e 17 de Junho, Duda Lopes e Ivany estiveram em Sorocaba na Conferência Missionária da Região 1 - Vila Carvalho, em Sorocaba.

Sob o tema "EU VOU..." o evento foi realizado com cultos, palestras, workshops, estandes, teatros, louvor e adoração, além de ministrações proféticas.



O Pastor Duda abordou algumas questões relacionadas à Missões Urbanas, falando sobre a necessidade da Igreja ter uma visão específica para a cidade e também para as tribos urbanas.



Além de pregar e ministrar profeticamente, o Pastor Duda cantou e ministrou adoração com o ministério de louvor da igreja.



Foi um tempo sensacional. Foi bom demais!!!



Conheça a Igreja do Evangelho Quadrangular da Vila Carvalho:

Rua Escolástica Rosa de Almeida, 35 - Vila Carvalho -Sorocaba - SP.

Fone: (15) 3231-3204.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

MEU VIOLÃO!





Se tem uma coisa que eu admiro é a inspiração dos poetas. E como músico cristão eu tenho a sensação que canções que fluem da alma, das experiências diárias, estão desaparecendo do cenário "gospel" brasileiro. Quando eu leio o livro dos Salmos, fico impressionado com a fonte de inspiração de Davi, Asafe, os filhos de Coré e tantos outros. A canção deles nascia de experiências vividas no cotidiano.
Um dia eu estava com violão, tocando e cantando num daqueles dias de inspiração, e surgiu a ideia de falar em forma de canção, desse parceiro de todas as horas, que é o instrumento do artista; no meu caso, o violão.
Daí surgiu esse poema em forma de canção:

Meu violão, meu instrumento,
De todas as horas,
De grandes momentos.

Nas belas canções falando de amor,
Na vida, na paz de nosso Senhor.
Na voz do poeta se unindo em harmonia,
No coro celeste, linda sinfonia
No contratempo do coração,
No ritmo da emoção,
A nossa música está escrita,
Esta escrita na pauta da vida.

Meu violão meu instrumento,
De todas as horas,
De grandes momentos.

Mesmo caindo ou levantando,
Até cabisbaixo, sorrindo ou brincando.
Há sempre uma nota na melodia,
Que toca profundo, trazendo alegria.
Há sempre um poema de amor,
Uma prece sincera ao Senhor.
A gente vai fazendo o que pode,
Fazendo o que pode,
No compasso da vida.

Meu violão, meu instrumento,
De todas as horas,
De grandes momentos.


Canção de Duda Lopes (Projeto: Cantos do Brasil).





quinta-feira, 7 de junho de 2007

O ENAMORADO DA VIDA

Eu sou um enamorado da Vida!
Para sentir melhor o céu na minha casa,
Plantei a minha casa entre o mar e a montanha.
Se as ondas vêm rugir a meus pés, a horas mortas,
A lua desce a mim numa carícia estranha.

Bebo as estrelas de mais perto. . . Abraço
Todo o corpo do céu num simples movimento.
E, quando chove, sinto a torrente das chuvas
Trazendo da montanha, em seu penacho de águas,
Frondes, ninhos, calhaus e pássaros ao vento.

Eu sou um enamorado da Vida!
Amo-a por tudo quanto ela me pode dar:
A água fresca da fonte, a carícia da sombra,
E até a calma silenciosa e mansa
Desse crepúsculo que baixa devagar.

Em cada mão de folha a minha boca bebe
O orvalho da manhã como um suave licor.
E abro os pulmões, sorvendo em tudo o que me envolve
Essa onda de volúpia e de êxtase e perfume
Que vem do amor e que me leva para o amor

Eu sou um enamorado da Vida!
Tenho ímpetos de voar, de galgar, de vencer
Colinas, penetrar o coração dos vales,
Relinchando feliz como um potro selvagem
Que solta as crinas no ar para melhor correr;

Ou retesar as asas brancas de gaivota
E atirar-me na fúria incrível das procelas;
Beber em haustos toda a glória do mar alto,
Rolar no bojo dos batéis desarvorados
Ou as asas enxugar no alvo lenço das velas

Vida! Quero viver todas as tuas horas,
As que prendi na mão e as que nunca alcancei.
Ser um pouco de ti no espelho das paisagens
Para, quando morrer, levar dentro dos olhos
A beleza imortal de tudo quanto amei.

Olegário Mariano
Do livro:" O enamorado da vida", 1937

sábado, 2 de junho de 2007

UMA PITADA DE HUMOR: Tipos de Crentes!

TIPOS DE CRENTES:
Crente Popó .............apanha, apanha más não perde;
Crente cego .......vive orando, más não encherga as benções recebidas;
Crente alpinista ........ sempre no monte;
Crente ghost ........ vê fantasma em tudo;
Crente fundista ...... vive correndo da Igreja;
Crente Bin Laden ...... explosão de Benções;
Crente aminésia ...... não lembra nada do que o Pastor pregou;
Crente domingueiro ......... só vai na Igreja aos domingos;
Crente festeiro ....... só vai nas festa da Igreja;
Crente turista .......... só vem passear;
Crente Lula .......... Não ouve nada e não sabe de nada;
Crente bicho preguiça .... espera sentado, achando que Deus vai ajuda-lo;
Crente agiota ........ negocia até o dízimo com Deus;
Crente noiva ........ só chega atrasado;
Crente pitbull ...... briga com todo mundo;
Crente hyppie ..... só na paz irmão;
Crente surfista ........ vive tirando onda;
Crente Martinho da Vila ......é devagar, é devagar, é devagarinho;
Crente loteria ....... arrisca tudo com Deus;
Crente Albert Ainsten ..... pensa que sabe tudo;
Crente Bush ................ só vive na guerra;
Crente Espiritual .... "preparado para ser sacerdote".

O canto congregacional.

O canto congregacional tem perdido o seu caráter didático na vida da igreja contemporânea. A poesia dos salmos tem sido sufocada por uma música pobre, que apela mais à transpiração do que desperta a inspiração. A música era usada no passado, tanto no tabernáculo de Davi, como templo de Salomão e também na Igreja primitiva, como uma ferramenta indispensável na proclamação das verdades das Escrituras. Os levitas no tabernáculo de Davi eram instruídos no canto do Senhor.
“Davi, juntamente com os chefes do serviço, separou para o ministério os filhos de Asafe, de Hemã e de Jedutum, para profetizarem com harpas, alaúdes e címbalos. O rol dos encarregados neste ministério foi: dos filhos de Asafe: Zacur, José, Netanias e Asarela, filhos de Asafe, sob a direção deste, que exercia o seu ministério debaixo das ordens do rei. Quanto à família de Jedutum, os filhos: Gedalias, Zeri, Jesaías, Hasabias e Matitias, seis, sob a direção de Jedutum, seu pai, que profetizava com harpas, em ações de graças e louvores ao SENHOR. Quanto à família de Hemã, os filhos: Buquias, Matanias, Uziel, Sebuel, Jerimote, Hananias, Hanani, Eliata, Gidalti, Romanti-Ézer, Josbecasa, Maloti, Hotir e Maaziote. Todos estes foram filhos de Hemã, o vidente
do rei e cujo poder Deus exaltou segundo as suas promessas, dando-lhe catorze filhos e três filhas. Todos estes estavam sob a direção respectivamente de seus pais, para o canto da Casa do SENHOR, com címbalos, alaúdes e harpas, para o ministério da Casa de Deus, estando Asafe, Jedutum e Hemã debaixo das ordens do rei. O número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto do SENHOR, todos eles mestres, era de duzentos e oitenta e oito”
(I Crônicas 25.1-7).
Existem muitas pessoas talentosas, mas com pouca intimidade com as Escrituras. Todo ministro de louvor, precisa executar o seu ministério segundo o conselho do Senhor.“Com um coração sincero eu te louvarei à medida que for aprendendo os teus justos ensinamentos” (Salmos 119.7).
Lutero disse:
“A música é a arte dos profetas, é a única arte, além da teologia, que tem poder de acalmar as agitações da alma e afugentar o demônio.”
Os Salmos didáticos ou masquil que é um dos termos técnicos do livro de
salmos para designar uma composição poética para ensinar uma lição; falam sobre o caráter de homens bons e maus, sobre a sua felicidade e miséria, - 1,5,7,9 a 12,14, 15,17, 24,25, 32,34,36, 37,50, 52,53,58. 73,75, 84,91, 92,94,112, 119,121, 125,127,128,133 - sobre a excelência da lei divina, - 19 e 119 - sobre a vaidade da vida humana: 39,49,90 - sobre o dever dos que estão em lugares superiores: 82 e 101 - sobre a humildade: 131. Salmos de louvor e de adoração. Reconhecimento da bondade de Deus, da Sua misericórdia, e particularmente do Seu cuidado para com o homem fiel: 23,34, 36,91, 100,103, 107, 117,121,145,146 - reconhecimento do Seu poder, da Sua glória, e dos Seus atributos em geral:8,19,24, 29,33,47,50,65,66,76,77,93,95 a 97,99,104,111,113 a 115,134,139,147, 148,150.
Não podemos negar o impacto do cristianismo na música e nas artes. Na igreja primitiva a música tinha suas raízes, forma e tradição do culto judaico. Os salmos e canções eram entoados nas primeiras comunidades cristãs. Uma passagem das Escrituras era recitada no culto de três maneiras: 1) Um solista recitava de forma direta uma passagem, como se estivesse salmodiando. 2) Um solista alternava com o coro ou a congregação, o canto da passagem (forma responsorial). 3. Dois coros alternavam o canto da passagem (antifonal). Além da inspiração, o que fica evidente, é que havia criatividade e participação por parte da congregação no culto a Deus. A música é composta de uma estrutura tão vasta, que permite o homem entrar em contato com uma dimensão espiritual. A música compõe elementos divinos e humanos. Todo ministro de louvor deve sentir primeiro o efeito daquilo que ministra. Beetthoven expressou: “A música é a manifestação mais convincente do que toda a sabedoria e filosofia”. A Igreja de Cristo precisa resgatar em suas músicas a beleza, a emoção e a unção ou poder.
Precisamos reaver alguns fatores bíblicos que irão dinamizar a musicalidade na igreja local:
Estimule a participação. Incentive as expressões espontâneas e criativas da congregação. Não faça com que os membros da congregação se tornem meros expectadores. “Portanto, meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja” (I Coríntios 14.26). Cuidado com os “bichos da goiaba!”
Um culto de adoração deve ser como uma sinfonia. As vezes os elementos de um culto não se harmonizam. A palavra grega “Symphoneo”, de onde deriva-se a nossa palavra “sinfonia”, significa “concordância”. Tudo deve combinar.
Faça com que os cânticos sejam compreensíveis a todos. Cuidado com os cânticos que são difíceis de serem entoados pela congregação. As vezes a letra é confusa, a melodia é indefinida, sem poesia, sem métrica, além dos vícios de linguagem, erros grotescos de doutrina e de linguagem. Canções com letras simples são mais
fáceis de serem lembradas.
Os cânticos de louvor devem inspirar as pessoas a adorarem. Muitos pastores vêem a música na igreja apenas como um acessório ou um adorno. Já ouvi várias vezes essa expressão: “Você pode chegar depois, pois os meninos estão fazendo o louvor antes!” Muitos líderes nem participam do momento de adoração e só sobem à plataforma na hora da pregação. Não podemos permitir que as nossas reuniões se degenerem por causa da falta de compreensão dos objetivos da adoração.
Procure ser excelente. O nosso objetivo deve ser atingir a excelência no louvor e na adoração. Não estou me referindo apenas ao talento humano, e sim o aprofundamento da vida espiritual. Adoração deve ser a resposta que damos à santidade de Deus. Os cânticos da igreja primitiva eram verdadeiros louvores ao Senhor. O objetivo primário deles nos cânticos era louvar e adorar a Deus. Eles não cantavam para entreterem as pessoas. Os seus cânticos eram dirigidos a seus, para o seu prazer e também para a edificação mútua entre os discípulos.
“Não se embriaguem, pois a bebida levará vocês à desgraça; mas encham-se do Espírito de Deus. Animem uns aos outros com salmos, hinos e canções espirituais. Cantem, de todo o coração, hinos e salmos ao
Senhor” (Efésios 5.18, 19).


Bibliografia:
Cajado do Pastor – Word Map – Edição em Português, 1998.
João de Oliveira Filho. Formando Verdadeiros Adoradores. Editora Betânia
D. James Kennedy. E se Jesus não tivesse nascido? Editora Vida.
Luis Ellmerich. História da Música. 4ª Edição, 1977. Editora Fermata do Brasil.

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